Fisioterapeuta Ana Carina Portugal- Setúbal

24 de ago de 20172 min

Será que não consigo engravidar...

Esta foi uma das melhores surpresas e emoções que tive enquanto fisioterapeuta! É tão bom saber que faço parte da história desta família...
 

 

 
As nossas técnicas fazem mesmo a diferença na vida de certas pessoas...
 

 

 
"Estou a tentar engravidar há três anos, já fiz de todas as técnicas disponíveis, todos os tratamentos mais inovadores, exames e mais exames...tenho mais uma tentativa com esta última FIV! Os médicos dizem-me que tudo está bem no meu corpo, e do meu marido...o meu útero está lindo, não suporto mais esta frase! Se está lindo e é tão bom porque não consigo sequer ficar grávida?! Não queria desistir de tentar sem saber que fiz tudo, mesmo tudo ao meu alcance!!". (Maria)
 

 

 
Foi assim que me chegou a Maria na primeira sessão ao FISIOHANDME.
 

 
O resultado das nossas sessões de tratamento foi uma gravidez muito, mas muito desejada!
 

 
É simplesmente maravilhoso!
 

 

 
Estudos recentes referem que a terapia manual é uma intervenção inovadora na área da infertilidade. O objetivo das terapias manuais é a eliminação das aderências pélvicas e melhoria da comunicação entre os ovários e a glândula pituitária (glândula que é responsável pela regulação hormonal), permitindo restaurar a mobilidade e motilidade das estruturas relacionadas com a função reprodutora.
 

 
Este tipo de intervenção deveria ser incluído nos tratamentos das mulheres que procuram uma gravidez, principalmente em situações de causas desconhecidas, endometriose, disfunções dos ovários, trompas e útero. A terapia manual demonstrou bons resultados como coadjuvante a outros tratamentos médicos para a infertilidade, aumentando a sua eficácia.
 

 

 
No caso da Maria, o principal problema encontrado era uma grande restrição de mobilidade da pequena pélvis, que levou a uma alteração da mobilidade e motilidade do ovário direito, trompa e útero.
 

 

 
A fertilidade depende de muitos factores, assim defendo uma intervenção multidisciplinar, em que se olha para a mulher como um todo. O corpo tem que estar em equilíbrio, e é necessário um conjunto de intervenções para estimular a capacidade natural do corpo para a cura e normalização da função.
 

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